Promessas de nomes para Tóquio 2020

Google+ Pinterest LinkedIn Tumblr +

O planeta vive as emoções dos Mundiais de 2017. Campeonatos de grande importância como o Mundial tendem a mostrar as promessas de medalhas que surgirão nas próximas Olimpíadas. Mesmo sendo competições diferentes, o Mundial exige grande cobrança da parte dos atletas que conseguem analisar seu próprio desempenho após os resultados.

Fonte: Globo

No caso do Brasil, alguns atletas brasileiros foram impulsionados pelas Olimpíadas Rio-2016 e ganharam medalha no Mundial. Outros, não conseguiram superar a falta de estrutura que o Brasil os proporcionou, o que é justo.

Motivado pelas Olimpíadas, Isaquias Queiroz, maior medalhista brasileiro na história dos Jogos ao garantir duas medalhas de prata e uma de bronze no Rio de Janeiro, fez jus ao nome. O baiano terminou o Mundial de canoagem com uma medalha de bronze ao lado do alemão e ídolo Sebastian Brendel, que foi homenageado pelo brasileiro que nomeou o filho de Sebastian.

Fonte: Globoesporte

Já no Mundial de natação o Brasil surpreendeu. Sem pódio nas Olimpíadas, apenas com a medalha de bronze de Poliana Okimoto, o Brasil subiu ao pódio cinco vezes. Desta vez, as mulheres brilharam no lugar mais alto do pódio.

Ana Marcela Cunha e também Etiene Medeiros garantiram o ouro e fizeram história. A primeira se consagrou a primeira brasileira tricampeã mundial da maratona aquática e Medeiros ficou em primeiro nos 50m costas e levou o recorde da américa.

Os homens ficaram com as três medalhas de ouro brasileiras. Nicholas Santos ficou com o segundo lugar nos 50m borboleta aos 37 anos e bateu um recorde: é o atleta mais velho a subir no pódio em Mundiais.

Fonte: Correio do Povo

João Gomes Júnior participou da prova dos 50m peito, ficou em segundo e bateu o recorde das Américas. Bruno Fratus foi o terceiro brasileiro que ganhou a medalha de prata, desta vez nos 50m livre.

O revezamento 4×100 masculino não passou em branco no Mundial de Bundapest. Após 17 anos de jejum sem subir ao pódio, o Brasil ficou com a prata. César Cielo, Bruno Fratus, Marcelo Chierighini e Gabriel Santos devolveram o Brasil no top 3 do mundo.

O atletismo, uma das modalidades com mais histórias no Brasil, decepcionou. As promessas como Thiago Braz, salto com vara; Núbia Soares, salto triplo e Darlan Romani, arremesso de peso, não fizeram jus.

Thiago Braz, campeão olímpico no Rio, e Núbia Soares, sétimo lugar nas Olimpíadas, se lesionaram dias antes do início do atletismo e divulgaram que não participariam. Já Darlan Romani, campeão sul-americano e quinto lugar no Rio, ficou em 15°.

A pernambucana Erica Sena, sétimo lugar no Rio, levou o quarto lugar na marcha atlética no Mundial de Londres e fez história na modalidade feminina. Na masculina, Caio Bonfim escreveu seu nome no livro da marcha atlética brasileira e ficou com o bronze inédito.

O boxe, modalidade que garantiu o ouro inédito no Rio-2016, não foi longe no Mundial de Hamburgo e carimbou a pior participação nos dois últimos ciclos olímpicos. O Brasil contou com a participação de cinco brasileiros: Wanderson Oliveira, que ganhou apenas de um rival e caiu nas oitavas para o Sofiane Oumiha, finalista contra Robson Conceição no Rio de Janeiro.; Michel de Sousa, Juan Nogueira, Joedison de Jesus e Jhonatan Soares foram eliminados precocemente.

Fonte: Esporte Interativo

No judô, a história brasileira na modalidade pesou. No segundo dia da competição (30), Érika Miranda já trouxe uma medalha para o país da última Olimpíada. Pela quarta vez, a atleta subiu ao pódio e aumentou a vitoriosa história do país no judô. Desta vez, Érika trouxe a medalha de bronze, mas o campeonato ainda continua.

São 21 representantes brasileiros no campeonato, que iniciou 28 de agosto e vai até o dia 3 de setembro, em Budapeste, na Hungria.

O primeiro ano pós ciclo olímpico é considerado, por muitos atletas, um tempo para recuperação física e psicológica depois de competirem as Olimpíadas, campeonato mais disputado e almejado pelos participantes.

Por isso, muitas vezes não levam ao pé da letra os resultados do Mundial pós Olimpíadas. Mas não se deve descartar qualquer resultado positivo e/ou negativo sobre o primeiro campeonato, já que é uma oportunidade de formação de novos atletas.

 

Share.

About Author

Leave A Reply

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.