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Por Raphaela Campano

Desde as eleições presidenciais do ano de 2018, a polarização foi um aspecto muito presente nos atos políticos e comportamentais dos diferentes grupos. Ainda que muitas pessoas insistam no diálogo com pessoas que pensam diferente, não é algo que é tão presente assim. Diante dos recentes cortes na educação feitos pelo governo Bolsonaro, houve uma comoção coletiva, que levou à dois protestos de dimensão gigantesca (dias 15 e 30 de maio), que atingiu várias regiões no Brasil, mais ou menos 222 cidades de 26 estados do Brasil. Essas manifestações contaram com a presença de vários partidos de esquerda assim como várias instâncias e coletivos de faculdades públicas e particulares, dentro vários gritos de protesto, também teve muita presença de jargões como “Lula Livre”.

Em meio a esses protestos, no dia 26 de maio, aconteceu uma outra manifestação, dessa vez em apoio às medidas tomadas pelo governo Bolsonaro, quase que com uma resposta e provocação direta as manifestações dos colegas à esquerda. Ainda que a manifestação do dia 26 tenha tomado proporções grandes (registro s em156 cidades em 26 estados), a repercussão não foi tão grande como as manifestações da esquerda, que renderam até uma hashtag (#15M) que chegou aos trendig topics do twitter. Muitas pessoas ainda afirmam que essas são manifestações apartidárias, mas em sua maioria, afirmam que nesse momento é essencial tomar um lado pois ficar “em cima do muro” pode ser conivente com o lado oposto.

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