Por Isabela Noleto

Fake News (notícia ou noticiário falso) tornou-se um tema atual a ser debatido. Como encarar o encadeamento do compartilhamento de notícias não verídicas pelas redes sociais?

O poder que esta mídia detém em alcançar é avassalador e, por isso, a veracidade de tudo o que se encontra nela deve ser duramente filtrado. Não é verdadeiro tudo o que se circula na rede.

Daí então a importância da apuração, ou seja, o processo pelo qual os jornalistas encaram para analisar a verdade dos fatos, pautar aquilo que realmente aconteceu.

A disseminação da informação é muito rápida e faz-se necessária a apuração calma e correta da notícia. Uma vez dita ou publicada, ela tem um alcance estrondoso, com inimagináveis consequências.

Noticiais sensacionalistas normalmente chamam mais a atenção do público, atraindo a leitura e a disseminação daquilo que foi lido, o que, nem sempre, condiz com a realidade. A busca por curtidas, compartilhamentos e seguidores são uma das principais questões das chamadas Fake News.

O que ocorre, muitas vezes, é o anseio para que a emissora ou o jornal dê a matéria em primeira mão, ficando em segundo plano a verificação de tudo o que realmente aconteceu. Em sua maioria, a verdade fica obscurecida perante o reboliço que aquilo que é mais bem visto pela sociedade e mídias sociais.

“O foco da proliferação de notícias falsas está nas plataformas de tecnologia, que estimulam produção e consumo de enunciados sensacionalistas e sem base.”

Uma importante discussão que se teve sobre as Fake News surgiu a partir da eleição nos Estados Unidos, que trouxe como candidato vencedor o atual presidente Donald Trump.

Fonte: Metro.co.uk

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